
Paixão
Cazuza
Desejo idealizado e melancolia em "Paixão" de Cazuza
Em "Paixão", Cazuza explora o sentimento de um amor intenso e idealizado, marcado por metáforas visuais que destacam tanto a beleza quanto a distância da pessoa amada. Expressões como “olhinhos de bola de gude” e “a pele é tão branca que parece vela” mostram o fascínio do narrador, ao mesmo tempo em que sugerem uma figura quase inalcançável. O uso de imagens delicadas, como “loja de doces” e “broto”, reforça a ideia de inocência e vulnerabilidade, criando uma atmosfera de pureza e fragilidade em torno desse amor.
A música também traz uma forte carga de melancolia, evidenciada na repetição de frases como “paixão impossível” e “eu fiz o que eu pude”. Esses versos revelam a resignação diante de um sentimento que não se concretiza, mas que persiste. O trecho “olhinhos que esperam / e a gente fica louco / sem saber por quê” destaca a incerteza e a ansiedade de quem ama sem ser correspondido. Assim, Cazuza constrói uma narrativa sensível sobre o desejo, a idealização e a dor silenciosa de amar alguém que talvez nunca retribua, mantendo um tom leve e sincero característico de suas composições.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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