
Solidão Que Nada
Cazuza
Liberdade e movimento em “Solidão Que Nada” de Cazuza
“Solidão Que Nada”, de Cazuza, apresenta uma visão leve e otimista sobre a solidão, transformando-a em sinônimo de liberdade e renovação. Inspirada em uma experiência real de Nilo Romero, parceiro de Cazuza, a música parte de uma cena comum para quem vive viajando: um beijo de despedida no aeroporto, misturado à pressa do embarque. Esse momento serve de ponto de partida para a reflexão sobre a efemeridade dos encontros e a emoção de estar sempre em trânsito.
O trecho “Cada aeroporto / É um nome num papel / Um novo rosto / Atrás do mesmo véu” mostra como a rotina de partidas e chegadas traz anonimato, mas também a chance de recomeçar e conhecer pessoas novas, sem o peso de compromissos duradouros. A repetição de “Viver é bom / Nas curvas da estrada / Solidão, que nada” reforça a ideia de que a felicidade pode estar nas experiências e não necessariamente em vínculos fixos. Ao dizer “Ela é um satélite / E só quer me amar / Mas não há promessas, não / É só um novo lugar”, Cazuza usa a imagem do satélite para falar de relações passageiras, que orbitam sem exigir permanência. Assim, a música celebra a alegria de viver o presente, mostrando que, para quem está aberto ao novo, a solidão realmente não tem espaço.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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