
Quimbara (part. Johnny Pacheco)
Celia Cruz
Ritmo, celebração e identidade em “Quimbara (part. Johnny Pacheco)”
Em “Quimbara (part. Johnny Pacheco)”, Celia Cruz utiliza o refrão “Quimbara, cumbara, cumba-quimbambá” como uma onomatopeia que remete ao som dos tambores, especialmente o bongo, instrumento essencial na música afro-cubana. Essa repetição não só marca o ritmo contagiante da canção, mas também reforça a ligação direta entre a letra e a energia dos estilos rumba e guaguancó, que são fundamentais na trajetória de Celia Cruz e Johnny Pacheco.
A letra é um convite aberto à celebração, à dança e à alegria coletiva. Versos como “La rumba me está llamando / Bongo, dile que ya voy” (“A rumba está me chamando / Bongo, diga que já estou indo”) mostram a música como um chamado irresistível para se entregar ao ritmo. Ao citar nomes como María, Joseíto, Teresa e Juanito, a canção destaca a inclusão e a união proporcionadas pela festa, mostrando que a dança é para todos. As expressões animadas, como “¡Azúcar!”, reforçam o clima espontâneo e festivo, característica marcante de Celia Cruz. No conjunto, a música celebra a força da cultura afro-latina, transformando a dança em um símbolo de vida, alegria e coletividade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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