
Aqueles Olhos
César Menotti & Fabiano
A saudade universal em "Aqueles Olhos" de César Menotti & Fabiano
Em "Aqueles Olhos", César Menotti & Fabiano abordam a saudade de um amor passado por meio da lembrança de um olhar marcante. A letra destaca a busca constante por esse olhar, que permanece apenas na memória e na imaginação do narrador, como nos versos “Onde estão aqueles olhos / Que até hoje eu procuro” e “Que eu trago na imaginação”. O olhar, mais do que uma característica física, representa a presença de um amor que deixou marcas profundas e que invade o cotidiano do narrador, especialmente nos momentos de solidão, como em “Dois faróis da madrugada / No meu quarto escuro”.
A música utiliza metáforas como “faróis da madrugada” e “estrelas que eu vi brilhando” para expressar a intensidade emocional desse olhar. A ausência de uma definição clara sobre a cor dos olhos – “São azuis são azuis / Verdes negros eu não sei / São castanhos aqueles olhos / Que eu amei” – reforça que o mais importante é a lembrança afetiva, não os detalhes concretos. Essa escolha amplia a identificação do público, tornando a experiência do amor perdido algo universal e atemporal. Ao mencionar que o olhar foi levado embora pelo tempo – “que o Sol levou embora” – a canção ressalta como certos amores permanecem vivos apenas na memória, alimentando a saudade e a esperança de reencontro, mesmo que apenas no imaginário.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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