exibições de letras 12.567
Letra

    Chapéu tapeado pra enxergar de ponta a ponta
    Lenço vermelho, bandeira de um maragato
    Estampa guapa, tronqueira do nosso Estado
    Enforquilhado num Baio Ovo de Pato

    Espora buena, buzinuda, tilintando
    Marca o compasso do meu pingo troteador
    Jeito atrevido de quem vem pedir bolada
    Alma tisnada da poeira do corredor
    Jeito atrevido de quem vem pedir bolada
    Alma tisnada da poeira do corredor

    Trago, em reponte, batidas de algum cincerro
    Gritos de forma, por isso, sou da fronteira
    Meu berço xucro, sagrado torrão sulino
    Onde um teatino cheira à terra de mangueira

    Trago, em reponte, batidas de algum cincerro
    Gritos de forma, por isso, sou da fronteira
    Meu berço xucro, sagrado torrão sulino
    Onde um teatino cheira à terra de mangueira

    Me criei taura laçando e boleando potro
    E abrindo a perna de alguma bolcada feia
    Quando preciso, abro o peito, companheiro
    Porque um fronteiro não se enreda nas maneias

    O meu cantar fala de doma e campereada
    A minha voz é xucra igual berro de touro
    E as minhas penas são queimaduras de laço
    Que, num guascaço, nos deixam marcas no couro
    E as minhas penas são queimaduras de laço
    Que, num guascaço, nos deixam marcas no couro

    Trago, em reponte, batidas de algum cincerro
    Gritos de forma, por isso, sou da fronteira
    Meu berço xucro, sagrado torrão sulino
    Onde um teatino cheira à terra de mangueira

    Trago, em reponte, batidas de algum cincerro
    Gritos de forma, por isso, sou da fronteira
    Meu berço xucro, sagrado torrão sulino
    Onde um teatino cheira à terra de mangueira

    Trago, em reponte, batidas de algum cincerro
    Gritos de forma, por isso, sou da fronteira
    Meu berço xucro, sagrado torrão sulino
    Onde um teatino cheira à terra de mangueira

    Trago, em reponte, batidas de algum cincerro
    Gritos de forma, por isso, sou da fronteira
    Meu berço xucro, sagrado torrão sulino
    Onde um teatino cheira à terra de mangueira
    Meu berço xucro, sagrado torrão sulino
    Onde um teatino cheira à terra de mangueira

    Composição: Rogerio Villagran. Essa informação está errada? Nos avise.
    Enviada por Eliana. Revisões por 2 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.

    Comentários

    Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

    0 / 500

    Faça parte  dessa comunidade 

    Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de César Oliveira e Rogério Melo e vá além da letra da música.

    Conheça o Letras Academy

    Enviar para a central de dúvidas?

    Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

    Fixe este conteúdo com a aula:

    0 / 500

    Opções de seleção