
De Vida E Tempo
César Oliveira e Rogério Melo
Tradição e identidade gaúcha em “De Vida E Tempo”
“De Vida E Tempo”, de César Oliveira e Rogério Melo, destaca o orgulho da herança gaúcha ao evocar o “assombro de Martin Fierro”, personagem lendário do poema argentino que simboliza coragem e autenticidade. Essa referência reforça a ligação do narrador com a tradição dos pampas e valoriza a identidade regional. O uso de expressões típicas e menções a lugares como “Batoví” e “Reculuta” situam a narrativa em um contexto rural específico, ressaltando a importância da vivência no campo e da memória afetiva ligada à terra.
A letra traz um tom nostálgico ao relembrar a infância e juventude na lida campeira, como em “me criei solto, correndo pelos banhados, gritando forte com o gado”. O tempo é retratado como um ciclo de perdas e renascimentos, onde as mágoas se diluem “com as águas, das cheias do reculuta” e a saudade se mistura ao orgulho de manter vivas as tradições. Símbolos como o “poncho emalado”, a “espora” e o “rancho quinchado” representam tanto a dureza quanto a beleza da vida rural. Ao afirmar “sou do Rio Grande, meu pago retrata a estampa de touro que afia a guampa nos cacurutos da sanga”, a música celebra a força, a resistência e o apego à terra natal, transmitindo um forte sentimento de pertencimento e respeito pelas raízes.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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