
Crioulo das "Três Vendas"
César Oliveira e Rogério Melo
Orgulho e tradição gaúcha em "Crioulo das 'Três Vendas'"
"Crioulo das 'Três Vendas'", de César Oliveira e Rogério Melo, destaca com autenticidade a identidade do peão gaúcho e o orgulho de suas raízes. O título já indica o pertencimento do narrador à região das Três Vendas, símbolo de tradição e bravura no Rio Grande do Sul. Esse sentimento aparece claramente no verso “Sou crioulo das Três Vendas / De raça que não se entrega”, reforçando o orgulho pela terra natal e pela linhagem campeira.
A letra narra o desafio de domar uma égua gateada arisca, utilizando termos típicos do vocabulário gaúcho, como “buçal”, “maneia” e “Paysandu”, que reforçam a vivência autêntica do campo. O confronto entre homem e animal, descrito em detalhes como “A gateada se golpeia / Me dá com a nuca no rosto”, representa não só a dureza do trabalho rural, mas também a coragem e a persistência necessárias para superar obstáculos. O trecho “Porque a honra tem valor / Não tenho as perna ensaboada / E mal ou bem sou domador” evidencia a importância da honra e da reputação entre os peões, mostrando que, mesmo diante das dificuldades, o narrador mantém sua dignidade e competência.
Mais do que um relato sobre a doma, a música traz uma metáfora sobre a vida no campo: a luta diária, a superação dos desafios e o respeito às tradições. O orgulho de ser "crioulo das Três Vendas" vai além do ato de domar um cavalo, tornando-se símbolo de uma identidade coletiva, resiliente e profundamente ligada à cultura gaúcha.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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