exibições de letras 759
Letra

    Se me toca, gineteio, se é pra pealar, também pealo
    Se é pra domar um cavalo, bem do meu jeito costeio
    Bocal, bridão, depois, freio, e o resto é tempo e serviço
    Firmo, assim, meu compromisso de cidadão dos arreios

    Não sou de beber cachaça, às vez, lá de vez em quando
    Tomo um gole milongueando pra rebater uma desgraça
    E, entre o aroma e a fumaça do palheiro perfumado
    Faço um versito rimado pra perpetuar minha raça

    Sou de fronteira estendida, criollo de pampa e cielo
    Não careço de sinuelo pra achar os rumos na vida
    E, entre ganhas e perdidas, me considero no lucro
    Contando os mansos e os xucros nos entreveiros da lida
    Desgraça
    E, entre o aroma e a fumaça do palheiro perfumado
    Faço um versito rimado pra perpetuar minha raça

    Sou de fronteira estendida, criollo de pampa e cielo
    Não careço de sinuelo pra achar os rumos na vida
    E, entre ganhas e perdidas, me considero no lucro
    Contando os mansos e os xucros nos entreveiros da lida

    Entre a estrada e o parapeito, entre basto e corda forte
    Vou arrocinando a sorte com honra, gana e respeito
    Conheço bem meus defeitos e, também, minhas virtudes
    Elogio não me ilude, nem muda um fio do meu jeito

    Não dou e não peço luz em qualquer penca ou carreira
    E é só me darem bandeira que a inspiração me conduz
    Se eu faço o sinal da cruz em momentos delicados
    É pra estar bem resguardado na proteção de Jesus

    O que eu amo e valorizo é a instituição da família
    Que me conserva na trilha e vai me mantendo o juízo
    No meu verso, sintetizo o que sou e o que mereço
    E as coisas que não têm preço são as que mais eu preciso
    Desgraça
    E, entre o aroma e a fumaça do palheiro perfumado
    Faço um versito rimado pra perpetuar minha raça

    Sou de fronteira estendida, criollo de pampa e cielo
    Não careço de sinuelo pra achar os rumos na vida
    E, entre ganhas e perdidas, me considero no lucro
    Contando os mansos e os xucros nos entreveiros da lida
    Desgraça
    E, entre o aroma e a fumaça do palheiro perfumado
    Faço um versito rimado pra perpetuar minha raça

    Sou de fronteira estendida, criollo de pampa e cielo
    Não careço de sinuelo pra achar os rumos na vida
    E, entre ganhas e perdidas, me considero no lucro
    Contando os mansos e os xucros nos entreveiros da lida
    Nos entreveiros da lida, nos entreveiros da lida


    Comentários

    Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

    0 / 500

    Faça parte  dessa comunidade 

    Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de César Oliveira e Rogério Melo e vá além da letra da música.

    Conheça o Letras Academy

    Enviar para a central de dúvidas?

    Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

    Fixe este conteúdo com a aula:

    0 / 500

    Opções de seleção