
Fim de Mês
César Passarinho
O reencontro e a saudade em “Fim de Mês” de César Passarinho
A música “Fim de Mês”, de César Passarinho, retrata de forma clara como o tempo e a distância fortalecem o valor do reencontro amoroso, especialmente dentro das tradições gaúchas. Expressões como “bandear aquela estrada” mostram não só o ato de atravessar distâncias físicas, mas também o esforço emocional de manter um relacionamento à distância, algo comum na vida rural do Rio Grande do Sul. O “fim de mês” vira um ritual importante, um momento aguardado de renovação dos laços afetivos, trazendo leveza e esperança à canção.
A saudade, tema central na música nativista, aparece na frase “campo que não tem mais fim”, mostrando a intensidade do desejo de estar junto. A menção à “cantilena” da amada valoriza o jeito de falar ou cantar da mulher, aproximando a letra do cotidiano simples e afetivo do interior gaúcho. Quando a música fala de “tardes de domingo aflorando o nosso conviver”, destaca que a felicidade está nos pequenos momentos compartilhados, mais do que em grandes gestos. Assim, “Fim de Mês” homenageia o amor persistente, a espera recompensada e a celebração das tradições e afetos do povo gaúcho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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