
Mãe Velha
Cesária Évora
Tradição e afeto familiar em “Mãe Velha” de Cesária Évora
Em “Mãe Velha”, Cesária Évora retrata com sensibilidade o papel fundamental da figura materna na cultura cabo-verdiana. A repetição afetuosa de “Oi, mai, oi, mai” e o pedido para cantar músicas que alegrem o coração da mãe velha mostram não só o carinho, mas também a importância da convivência familiar e da transmissão oral de saberes. Na tradição das mornas, “Mãe Velha” pode ser vista tanto como uma mãe literal quanto como um símbolo da terra natal, reforçando temas como saudade e respeito às raízes.
A letra destaca a sabedoria da mãe velha ao ensinar sobre a dualidade da vida: “Mai vélha mostra nos ke munde é fete pa vivê / Tanbê el é fete pa morrê, p'amá i sofrê”. Esses versos refletem a aceitação das alegrias e dores, um ensinamento passado de geração em geração. O trecho “Dibaxu di bo fogera bo kria nos des manera” traz a imagem da família reunida ao redor do fogo, símbolo de proteção, aprendizado e união. Assim, a canção celebra a força e a ternura dessas figuras maternas, expressando nostalgia e respeito por tudo o que elas representam na identidade coletiva cabo-verdiana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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