
Sangue de Beirona
Cesária Évora
Tradição e identidade em "Sangue de Beirona" de Cesária Évora
Em "Sangue de Beirona", Cesária Évora utiliza a repetição do verso “Sange di Beróna, el é sábe, el é dose” para destacar o fascínio e a doçura associados à figura de Beirona. A expressão funciona como uma metáfora para algo raro e irresistível, representando um segredo valioso da cultura cabo-verdiana. O uso do termo "sangue de Beirona" sugere uma energia única, um charme especial que desperta curiosidade e desejo, reforçando a ideia de que certas qualidades e tradições são exclusivas e preciosas.
A referência ao “funde di ladera” (fundo da encosta) aprofunda o significado da música, indicando que para conhecer o verdadeiro valor desse "sangue" é preciso buscar as raízes, ou seja, mergulhar na tradição e na identidade local. O verso “Bo ta kulpá é ken fazê es koladera” brinca com a responsabilidade de quem mantém viva a coladeira, ritmo tradicional de Cabo Verde, sugerindo que a preservação dessa cultura é motivo de orgulho. Assim, a canção celebra tanto o encanto de uma mulher quanto a riqueza da cultura cabo-verdiana, valorizando suas origens e tradições de forma simples, mas cheia de significado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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