
Carnaval de São Vicente
Cesária Évora
Alegria e hospitalidade em “Carnaval de São Vicente”
Em “Carnaval de São Vicente”, Cesária Évora destaca a forte influência cultural do Brasil no Carnaval da ilha de São Vicente, em Cabo Verde. A comparação da ilha com um "Brazilin" mostra como, durante os três dias de festa, São Vicente se transforma em um espaço vibrante, repleto de alegria e cores. A letra enfatiza que, nesse período, "ka ten gérra, é karnaval" (não há guerra, é carnaval), reforçando a ideia de que o Carnaval é um momento de união, onde não há espaço para conflitos, apenas para a celebração coletiva e a famosa "morabeza" – a hospitalidade e o espírito acolhedor típicos do povo cabo-verdiano.
A repetição do verso "Sonvisente é un Brazilin, xei di ligria, xei di kor" (São Vicente é um Brasilzinho, cheio de alegria, cheio de cor) reforça a imagem de um Carnaval inclusivo e diverso, onde todos são bem-vindos. O trecho "ka bo isitá, bo podê entrá" (mesmo que você não seja convidado, pode entrar) destaca essa abertura e o clima de comunhão. Além da música e da dança, a menção a comidas típicas como "kóke i bafa" mostra que a festa também envolve a partilha de sabores locais. Assim, a música celebra não só o Carnaval, mas também a identidade cultural e a generosidade do povo de São Vicente, conectando Cabo Verde ao Brasil e ao mundo por meio da alegria e da música.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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