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Fera na Sukupira

Ceuzany

Retrato do cotidiano popular em “Fera na Sukupira”

“Fera na Sukupira”, de Ceuzany, retrata de forma direta o dia a dia intenso do mercado de Sukupira, um dos principais símbolos da vida popular em Praia, Cabo Verde. A repetição da palavra “fera” reforça a ideia de um ambiente caótico, onde a sobrevivência depende de negociações difíceis, cobranças constantes e da luta para fechar o mês. O verso “Ti nha bolsu dja podê ko'l” (até meu bolso já não aguenta mais) expressa o cansaço financeiro e emocional de quem vive do comércio informal.

Ceuzany se inspira na realidade social e econômica cabo-verdiana, trazendo para a letra personagens típicos do mercado, como os “kaloterus ta pidi fiadu” (caloteiros pedem fiado), o “kobrador ta kobra Djon, mudjeris para Zibiu” (cobrador cobra Djon, mulheres param Zibiu) e o “guarda munisipal”, que representa a autoridade local. A música destaca situações recorrentes, como a dificuldade de vender até a segunda-feira e a pressão dos cobradores, evidenciando a precariedade e a ansiedade dos trabalhadores. Apesar das dificuldades, há espaço para resignação e até humor, mostrando a resiliência e a solidariedade entre os frequentadores do mercado. Assim, a canção valoriza a cultura local e serve como um retrato fiel da luta diária dos cabo-verdianos.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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