
Et Pourtant
Charles Aznavour
O dilema entre razão e amor em “Et Pourtant” de Charles Aznavour
Em “Et Pourtant”, Charles Aznavour explora o conflito entre razão e sentimento diante do fim de um relacionamento. A repetição do verso “Et pourtant” (“E, no entanto”) destaca a luta interna do eu lírico, que tenta convencer a si mesmo de que conseguirá esquecer o amor perdido. Mesmo projetando um futuro diferente – “Un beau matin, je sais que je m’éveillerai / Différemment de tous les autres jours” (“Numa bela manhã, eu sei que vou acordar / Diferente de todos os outros dias”) –, ele revela que, apesar de todos os esforços, ainda ama profundamente: “Pourtant, je n’aime que toi” (“No entanto, eu só amo você”).
A letra traz imagens de fuga e libertação, como em “Je partirai / Loin devant moi, sans espoir de retour” (“Eu partirei / Longe, sem esperança de voltar”) e “J’arracherai, sans une larme, sans un cri / Les liens secrets qui déchirent ma peau” (“Arrancarei, sem uma lágrima, sem um grito / Os laços secretos que rasgam minha pele”), mostrando o desejo quase físico de romper com o passado. Lançada em 1963, a canção reflete o clima melancólico da chanson francesa da época e se tornou um clássico por retratar de forma honesta a dificuldade de superar um grande amor. O sucesso e as regravações de “Et Pourtant” comprovam como esse dilema entre razão e emoção é universal e atemporal.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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