O amor multifacetado e paradoxal em "Lei" de Charles Aznavour
A música "Lei" de Charles Aznavour aborda de maneira sensível a complexidade do amor, mostrando como ele pode ser ao mesmo tempo libertador e limitante. Esse paradoxo aparece claramente no verso “la schiavitù la libertà / Il dubbio la serenità” (a escravidão, a liberdade / a dúvida, a serenidade), que evidencia como uma relação intensa pode trazer tanto dúvidas quanto paz. A mulher retratada na canção é apresentada como um refúgio e um desafio, sendo capaz de provocar incertezas e, ao mesmo tempo, oferecer tranquilidade ao narrador.
"Lei" é a versão italiana da famosa "She", composta para destacar as múltiplas faces femininas. Na letra, a mulher é descrita como “lo specchio dove io / Rifletterò progetti e idee” (o espelho onde eu refletirei projetos e ideias), mostrando que ela é fundamental para os sonhos e planos do narrador. O amor descrito é inevitável e transformador, como nos versos “forse sarà la prima che / Io non potrò dimenticar” (talvez seja a primeira que eu não poderei esquecer) e “a cui io non rinuncerei / Sopravvivendo accanto a lei” (à qual eu não renunciaria, sobrevivendo ao lado dela). A canção também destaca os altos e baixos da relação, como em “sorrisi e lacrime” (sorrisos e lágrimas), e sugere que esse amor pode ser uma resposta a uma longa espera, trazendo esperança de recomeço. Assim, "Lei" celebra a mulher como fonte de inspiração, desafio e completude na vida do narrador.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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