
Paris Au Mois D'Août
Charles Aznavour
Memória e saudade em “Paris Au Mois D'Août” de Aznavour
Em “Paris Au Mois D'Août”, Charles Aznavour transforma Paris em um cenário simbólico para um amor intenso e passageiro. O mês de agosto, marcado pelo verão e pelas férias, representa o auge dessa paixão, mas também antecipa seu fim, já que setembro chega trazendo a separação. Logo no início, Aznavour canta: “Balayé par septembre / Notre amour d'un été” (“Varrido por setembro / Nosso amor de um verão”), deixando claro o tom nostálgico e melancólico da música.
A canção dialoga diretamente com o romance homônimo de René Fallet, onde um homem vive um caso de amor breve e marcante durante o verão parisiense. Essa referência literária aprofunda o sentido de “Paris au mois d'août” como um tempo e espaço quase mágicos, em que cada rua e cada pedra parecem pertencer apenas ao casal: “Chaque rue, chaque pierre / Semblaient n'être qu'à nous” (“Cada rua, cada pedra / Pareciam ser só nossas”). A letra expressa o desejo de reviver esse amor perdido, buscando traços dele nos olhos e nos lábios da amada: “Dieu fasse que mon rêve / De retrouver un peu / Du mois d'août sur tes lèvres / De Paris dans tes yeux” (“Que Deus faça com que meu sonho / De reencontrar um pouco / Do mês de agosto nos seus lábios / De Paris nos seus olhos”). Por fim, a solidão após o fim do romance é comparada à Paris vazia em agosto, reforçando a sensação de ausência e saudade deixada pelo amor que se foi.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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