
Sa Jeunesse
Charles Aznavour
Reflexão sobre o tempo e juventude em “Sa Jeunesse”
“Sa Jeunesse”, de Charles Aznavour, explora a juventude como um bem precioso e passageiro. A canção ressalta que a juventude está “entre ses mains” (entre as mãos) apenas por um curto período, incentivando a vivê-la de forma intensa. O verso “Il faut boire jusqu'à l'ivresse / Sa jeunesse!” (É preciso beber até a embriaguez / Sua juventude!) usa a metáfora da embriaguez para sugerir que se deve aproveitar cada momento, sem reservas, pois o tempo não volta atrás. Aznavour compôs a música em 1956, já refletindo sobre a passagem do tempo e a importância de valorizar cada instante da vida jovem, um tema que continua relevante para todas as gerações.
A letra também aborda o arrependimento e a inevitabilidade do tempo, como em “Souvent en vain on tend les mains, et l'on regrette / Il est trop tard, sur son chemin, rien ne l'arrête!” (Muitas vezes, em vão, estendemos as mãos e nos arrependemos / É tarde demais, em seu caminho, nada a detém!). Aznavour alerta para o risco de deixar a juventude passar sem vivê-la plenamente, pois, uma vez perdida, não há como recuperá-la. O tom nostálgico é reforçado pelas imagens de promessas, esperanças e alegrias dos vinte anos, que logo se tornam lembranças. A regravação da música por novos artistas em 2014 mostra como essa mensagem permanece atual, conectando diferentes gerações ao sentimento de que a juventude é valiosa e fugaz.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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