
Somos Extremes no Esporte e na Música
Charlie Brown Jr.
Orgulho e resistência urbana em “Somos Extremes no Esporte e na Música”
“Somos Extremes no Esporte e na Música”, do Charlie Brown Jr., valoriza a cultura de rua e o universo dos esportes radicais, especialmente o skate. A música desafia preconceitos ao afirmar, por exemplo, “Skate não é crime, manobra de ação”, defendendo que o skate exige habilidade, dedicação e inteligência, e não deve ser visto como marginalidade. A letra reforça a identidade coletiva dos praticantes, com frases como “Somos todos 'streeteiros'” e “minha cara e meu estilo é bem o overall”, mostrando orgulho de pertencer a essa comunidade. A participação de Mikimba, do De Menos Crime, destaca a união entre diferentes estilos urbanos, como o rock e o hip-hop, e fortalece a mensagem de inclusão e autenticidade.
A música também faz críticas sociais ao abordar o fascínio da sociedade pelo caos e pela violência, como nos versos “todo mundo quer ver sangue / ver sangue é que é legal / todo mundo pára para ver o caos”. Esse contraste evidencia como a mídia e o público preferem o sensacionalismo, enquanto os praticantes de esportes radicais buscam superação e diversão. Ao mencionar “pobre sempre é a bola / a bola da vez”, a letra denuncia a desigualdade social e a marginalização das classes populares. Com linguagem direta, cheia de gírias e referências ao cotidiano das ruas, a faixa celebra a coragem, a atitude e a união da periferia, reafirmando o papel do esporte e da música como formas de resistência e expressão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Charlie Brown Jr. e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: