
Vícios e Virtudes
Charlie Brown Jr.
Reflexão sobre imperfeições e aceitação em “Vícios e Virtudes”
A música “Vícios e Virtudes”, de Charlie Brown Jr., explora como as diferenças e imperfeições fazem parte das relações, mas não precisam ser um obstáculo para que elas deem certo. O verso “a história do vício que conheceu e 'comeu' a virtude” funciona como uma metáfora central: o vício representa os defeitos e impulsos pessoais, enquanto a virtude simboliza as qualidades e expectativas idealizadas. Essa dualidade aparece também em “Às vezes faço o que quero / Às vezes faço o que tenho que fazer”, mostrando o conflito entre desejo e responsabilidade, e como é difícil ser autêntico sem magoar o outro.
A letra aborda ainda a sensação de inadequação e a busca por aceitação, como em “Eu nunca tive muito a ver com ela / O livro que ela ama eu não li / O filme que ela adora eu não vi”. O eu lírico reconhece as diferenças, mas entende que elas não diminuem o valor da relação: “Todos os inconvenientes a nosso favor / E diferenças sim, mas / Nunca maiores que o nosso valor”. O refrão “Nem tudo lhe cai bem / É um risco que se assume / O bom é não iludir ninguém” destaca a importância da honestidade e do respeito aos próprios limites e aos do outro. No final, a música sugere que, mesmo sem controle sobre o tempo e as circunstâncias, o que é verdadeiro permanece, valorizando os momentos autênticos acima das idealizações.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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