Romance do Frio
Cheiro de Galpão
Tradição e afeto no cotidiano gaúcho em “Romance do Frio”
“Romance do Frio”, do grupo Cheiro de Galpão, retrata de forma direta como o cotidiano do gaúcho é marcado pela convivência com o frio intenso e pela vida no campo. A música utiliza expressões regionais como “poncho molhado”, “chapéu de aba caída” e “coxilhas do pago” para criar um cenário autêntico do sul do Brasil, reforçando o orgulho das tradições e a identidade nativista, características valorizadas tanto pelo movimento nativista quanto pelo próprio grupo.
A letra descreve cenas do dia a dia rural, como acordar ao som do galo, usar o poncho como coberta e o chapéu como travesseiro, mostrando a simplicidade e a resistência diante das dificuldades do clima. O verso “Tomo um gole de cachaça / Disfarçando a própria sina / E vou procurar uma china / Que esquente a minha carcaça” destaca o uso da bebida para enfrentar as adversidades e a busca por companhia e calor humano em meio à solidão. A saudade e o desejo de aconchego aparecem como sentimentos centrais, especialmente quando o narrador menciona o calor do “berço e do aconchego” deixado para trás. Assim, “Romance do Frio” celebra a vida simples, a força diante das adversidades e os laços afetivos que sustentam o gaúcho em sua rotina.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Cheiro de Galpão e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: