
As Asas
Chico César
A Dualidade Humana em 'As Asas' de Chico César
A música 'As Asas' de Chico César explora a complexidade da condição humana através de uma série de metáforas e imagens poéticas. A letra começa com a imagem de um 'homem em pé' e um 'anjo caído', sugerindo uma dualidade entre a pureza e a queda, entre o divino e o terreno. Essa dualidade é reforçada pela pergunta retórica: 'pode um anjo ou um homem renunciar a essa condição?', indicando que tanto a humanidade quanto a divindade são inerentes e inseparáveis em cada indivíduo.
Chico César utiliza a figura do 'marmanjo', um termo coloquial para um homem adulto, para descrever um anjo com 'as asas cortadas'. Essa imagem sugere que, apesar das limitações e das quedas, há uma beleza e uma dignidade inerentes em cada ser humano. O 'arranjo de flores' feito para uma mulher simboliza gestos de amor e cuidado, mesmo quando realizados por alguém que carrega suas próprias cicatrizes e imperfeições. A repetição de 'é você, sou eu' reforça a ideia de que essas experiências e sentimentos são universais, compartilhados por todos.
A música culmina com a imagem de 'voar sem asas' e 'lavar-se com as brasas que o amor acendeu', sugerindo que o amor tem o poder de transcender as limitações humanas e purificar as almas, mesmo através do sofrimento. A metáfora das 'brasas' indica que o amor pode ser tanto doloroso quanto transformador, iluminando e purificando ao mesmo tempo. Assim, 'As Asas' é uma reflexão profunda sobre a condição humana, a dualidade entre o divino e o terreno, e o poder redentor do amor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Chico César e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: