
A Força Que Nunca Seca
Chico César
Resiliência feminina e cotidiano em "A Força Que Nunca Seca"
Em "A Força Que Nunca Seca", Chico César retrata a imagem da mulher nordestina carregando uma lata d’água na cabeça como símbolo de resiliência diante das adversidades. O verso “O corpo que entorta / Pra lata ficar reta” destaca o esforço físico e emocional dessas mulheres, que precisam se adaptar constantemente para manter o equilíbrio, mesmo em situações difíceis. A lata, que “só cerca, não leva / A água na estrada morta”, reforça a ideia de que, apesar das limitações e da escassez, a luta diária continua.
A expressão “a força que nunca seca” resume a persistência e a determinação dessas mulheres, cuja energia parece inesgotável mesmo quando “a água que é tão pouca”. Composta por Chico César e Vanessa da Mata, e interpretada por Maria Bethânia, a música valoriza não só a força feminina, mas também a cultura nordestina, marcada pela superação e dignidade diante das dificuldades. A letra, direta e sensível, transforma um gesto cotidiano em símbolo de coragem e esperança, celebrando a resistência silenciosa das mulheres do sertão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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