
Folia de Reis N.2(com Vozes das Gerais)
Chico Lobo
Tradição e fé coletiva em “Folia de Reis N.2 (com Vozes das Gerais)”
“Folia de Reis N.2 (com Vozes das Gerais)”, de Chico Lobo, retrata a tradição mineira da Folia de Reis, destacando a celebração coletiva da fé e a união das comunidades por meio da música e dos rituais. A letra vai além do simples relato do nascimento de Jesus, conectando o ciclo natalino à ressurreição, como nos versos: “Foi na sexta-feira santa / Que Jesus foi sepultado / E no sábado de aleluia / Ele foi ressuscitado”. Ao citar datas como “Vinte e cinco de dezembro” e “no dia seis de janeiro”, a canção insere o ouvinte no calendário religioso, mostrando que a devoção popular abrange toda a trajetória de Cristo, do nascimento à Páscoa.
A participação do grupo Vozes das Gerais e as saudações aos “donos da casa” e “foliões” reforçam o caráter comunitário e acolhedor da tradição, onde a música serve para louvar e fortalecer os laços entre vizinhos. Elementos como “O galo crista de serra / É um pássaro garantido / Foi ele que deu a nova / Que Jesus era nascido” aproximam o sagrado do cotidiano rural, valorizando símbolos do interior mineiro. As repetições de vivas – “Viva o nosso Santo Reis! Viva os donos da casa! Viva os foliões!” – celebram tanto os personagens bíblicos quanto todos os participantes da festa, ressaltando a importância da participação coletiva e da preservação da cultura popular. Chico Lobo, assim, reafirma seu compromisso com as raízes e a continuidade das manifestações culturais de Minas Gerais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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