Sem Fronteiras
Chico Oliveira
Universalidade e empatia em “Sem Fronteiras” de Chico Oliveira
“Sem Fronteiras”, de Chico Oliveira, propõe uma visão de mundo em que as barreiras de identidade, cultura e território deixam de ter importância diante do desejo de liberdade e transformação coletiva. A letra “Meu canto não tem fronteiras / O mundo é minha morada” expressa essa ideia de universalidade, refletindo a trajetória do próprio Chico, que participou de diferentes grupos musicais e sempre esteve envolvido em causas sociais, como seu engajamento político no PSOL. O verso “Já não importa o sotaque que me espera no fim da estrada” mostra abertura para o novo e para o encontro com o outro, sem preconceitos ligados à origem ou nacionalidade.
A música também destaca empatia e solidariedade ao se colocar no lugar dos oprimidos: “Eu sou a escrava vendida / Eu sou a índia caçada / Eu sou os desesperados ao ver a casa debaixo d'água”. Chico amplia o conceito de identidade, abraçando dores históricas e sociais de diferentes povos, o que se conecta à sua atuação política e à sua visão inclusiva. O trecho “O rio doce é meu leito / Enquanto as águas não forem claras / Eu não dou por satisfeito” faz referência à luta ambiental e à tragédia do Rio Doce, simbolizando a insatisfação diante das injustiças e a necessidade de mudança. O refrão reforça valores como liberdade, paciência, amizade e coragem, compondo um chamado coletivo para repensar e reconstruir o mundo sem fronteiras físicas ou simbólicas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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