
Filho do Mato
Chico Rey e Paraná
Identidade rural e saudade em “Filho do Mato”
“Filho do Mato”, de Chico Rey e Paraná, retrata a forte ligação de quem nasceu no campo com suas origens, mesmo após migrar para a cidade. A música destaca o sentimento de deslocamento e saudade que acompanha quem deixa a vida rural, como fica claro no verso: “quem tem o chão na veia, quem tem raiz no chão / Morando na cidade mistura saudade com alucinação”. Aqui, a letra mostra que a conexão com a terra natal é tão intensa que as lembranças se misturam com desejos, tornando difícil se adaptar totalmente ao ambiente urbano.
A frase “quem é filho do mato chama o mato de pai” reforça a ideia de que a natureza é uma referência fundamental, quase como uma figura paterna para quem cresceu no interior. A música utiliza imagens marcantes do campo, como “rastro de boiada”, “berrante doído” e “grito de peão”, para evocar o cotidiano rural e o sentimento de pertencimento. O trecho “botei a mão pra fora senti pingar na palma / Parece que Deus sabe que a chuva me acalma” mostra como pequenos gestos e fenômenos naturais, como a chuva, têm o poder de reconectar o personagem à sua origem. Por fim, a reflexão “da vida não se leva nada” expressa uma visão simples e humilde sobre a existência, valorizando as experiências e memórias acima dos bens materiais, em sintonia com a sabedoria do campo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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