
As Paredes Azuis
Chico Rey e Paraná
Memórias e solidão em "As Paredes Azuis" de Chico Rey e Paraná
Em "As Paredes Azuis", Chico Rey e Paraná usam a cor das paredes como símbolo das marcas deixadas por um relacionamento que chegou ao fim. A escolha do azul, feita pelo casal, transforma-se em um lembrete constante da ausência e da saudade. O ambiente da casa permanece igual, mas o vazio emocional é destacado no verso: “Tudo ainda está do mesmo jeito / Apenas seu amor que hoje é menos”. Isso mostra que, apesar de tudo ao redor parecer intacto, a maior mudança acontece dentro do protagonista, que sente a falta do amor perdido.
A música aborda de forma direta a dor da separação e a dificuldade de superar uma traição, evidenciada em “Que por fim foi terminar em adultério / Que muita gente chama de traição”. O personagem principal se vê cercado por lembranças, como o cheiro no lençol e o gosto na boca, reforçando a intensidade da saudade e a dificuldade de esquecer. A metáfora das paredes azuis se une à imagem da “esperança toda verde”, indicando que, mesmo com o ambiente carregando as marcas do relacionamento, a esperança e a alegria se foram junto com o amor. Assim, cada detalhe do cotidiano se transforma em um gatilho para a lembrança do que não volta mais, criando uma atmosfera de desilusão e solidão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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