Sou Eu
Chico Roque
“Sou Eu” e a confissão de quem sempre esteve ao lado
“Sou Eu”, composta por Ed Wilson e Carlos Colla e interpretada por Chico Roque em 1987, narra o momento em que o amigo cuidadoso revela que também é amor. O refrão “Sou eu” marca a virada: o confidente acolhe a dor dela e se apresenta como quem sempre esteve por perto. Ele fala com alguém recém-machucada por um relacionamento — “Se ele fez você sofrer” — no instante em que ela desaba: “Não tenha vergonha de chorar perto de mim”. O eixo é o apoio incondicional. Ele se coloca ao lado — “eu posso até chorar contigo” — recusa o papel de juiz — “não sou ninguém pra perdoar” — e mostra que o sentimento é antigo e respeitoso: “Todo esse carinho, que guardei, ainda é seu”.
A narrativa vai do consolo à confissão, num tom alinhado às baladas românticas de Wilson e Colla, em que amizade vira amor sem dramatização excessiva. Depois de acolher, ele ajuda a reconstruir a autoestima dela — “foi ele que perdeu” — e culmina na afirmação central: “O seu verdadeiro amor sou eu”. As emoções oscilam entre tristeza compartilhada, ternura e coragem. Não há metáforas rebuscadas: a imagem de “chorar junto” concentra parceria e compromisso, indicando um amor que se prova na presença constante. O tema central é a passagem do amor não correspondido para a esperança de um vínculo seguro, construído pela proximidade e pelo cuidado, mantendo a honestidade afetiva que marca a interpretação direta de Chico Roque.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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