Identidade e memória cultural em “Aracaju” de Chiko Queiroga & Antônio Rogério
A música “Aracaju”, de Chiko Queiroga & Antônio Rogério, destaca o orgulho das raízes indígenas e da identidade local ao abrir com a origem tupi do nome da cidade. Esse início já sinaliza a valorização da herança indígena, frequentemente esquecida em homenagens a cidades brasileiras. Ao citar elementos como “aracajueiros dos papagaios / de araras e terras de Serigy”, a canção ressalta a fauna regional e a influência do povo Serigy, reforçando a ligação entre natureza, história e cultura de Sergipe.
A letra também faz referência a pontos históricos e culturais marcantes, como “Ara do Barão de Maruim”, “Praça da Bandeira” e “Baixa de Boquim”. Essas menções aproximam a música da memória coletiva dos moradores, trazendo à tona lugares que fazem parte do cotidiano e da história de Aracaju. A presença do “bom Santo Antônio” e de figuras como Getúlio Vargas mostra como religiosidade e política se misturam na formação da identidade local. O verso final, “Meu Aracaju que sé / Xoconiquim”, expressa um sentimento de pertencimento e carinho, celebrando a cidade como um espaço de riqueza cultural e afetiva, alinhado à proposta dos artistas de exaltar a cultura sergipana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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