Ruas de Ará
Chiko Queiroga & Antônio Rogério
Retrato social e afetivo de Aracaju em “Ruas de Ará”
“Ruas de Ará”, de Chiko Queiroga & Antônio Rogério, faz um retrato bem-humorado e carinhoso do cotidiano de Aracaju, destacando a diversidade e as contradições presentes na cidade. A letra brinca com as diferenças sociais e culturais, como em “tem rico que é pobre, tem preto que é nobre”, mostrando que as aparências enganam e que a cidade é formada por encontros inesperados entre pessoas de diferentes origens. Expressões como “velho safado”, “deputado marajá” e “doutor de traveca” reforçam a ideia de que todos, independentemente de status ou profissão, compartilham o mesmo espaço urbano, tornando as ruas de “Ará” um reflexo da pluralidade local.
A escolha de abreviar Aracaju para “Ará” aproxima a música do público da cidade, criando um tom íntimo e regional. As menções a bairros como Soledade e Cajueiro, além de personagens típicos como a “dondoca doideca” e a “falsa baiana”, ajudam a construir um retrato realista e colorido da vida aracajuana. A canção valoriza as raízes culturais e a convivência entre diferentes classes, profissões e estilos de vida, celebrando tanto as virtudes quanto as imperfeições da cidade. No final, “Ruas de Ará” convida o ouvinte a enxergar beleza e identidade na convivência diária, com todas as suas nuances e contrastes.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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