
OTRO DESMADRE
Chuyin
Conflito entre liberdade e afeto em “OTRO DESMADRE”
Em “OTRO DESMADRE”, Chuyin apresenta um narrador que deixa claro seu conflito entre sentimentos amorosos e a lealdade ao próprio estilo de vida. No verso “Aunque diga que te quiera, sigo siendo un perro, mija” (Embora eu diga que te amo, continuo sendo um cachorro, garota), ele admite algum afeto, mas se assume como alguém instável e pouco confiável. O termo “perro” traz o duplo sentido de infidelidade e de alguém que vive sem amarras, reforçando a ideia de que o narrador não pretende mudar por ninguém, mesmo sentindo algo pela pessoa.
A música também destaca o orgulho de viver perigosamente e de se destacar nesse ambiente. Trechos como “Traigo la muerte encima, pero salí más cabrón” (Carrego a morte comigo, mas saí mais forte) e “No la hagas de pedo, niña / No vas a cambiar mi vida” (Não arrume confusão, garota / Você não vai mudar minha vida) mostram um personagem destemido, envolvido em situações de risco, festas e excessos. Ele faz questão de afirmar que esse modo de vida é parte de quem ele é, algo herdado do pai (“Fue igual que mi 'apá, la supe hacer” – Fui igual ao meu pai, soube me virar). O refrão “Otro desmadre ya me mamé” (Já causei outra confusão) reforça que o caos é rotina e até motivo de orgulho. O tom irreverente e autossuficiente, com referências a dinheiro e festas, mostra alguém que valoriza a liberdade, a diversão e a lealdade ao próprio grupo, sem se importar com julgamentos ou expectativas de mudança.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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