Vagabunda
Cícero Rossi
Desilusão e ressentimento em "Vagabunda" de Cícero Rossi
"Vagabunda", de Cícero Rossi, destaca-se pelo uso direto de termos pejorativos e pela intensidade emocional típica do brega, expondo sem filtros o ressentimento de quem se sente traído. A letra começa idealizando a mulher como "um anjo lindo", mas logo a descreve como "diabo" e "monstro", mostrando a transformação da admiração em repulsa após a traição. Esse contraste evidencia a decepção profunda e a quebra das expectativas, um tema recorrente no gênero.
O tom provocativo da música, com expressões como "safada", "galinha" e "piranha", revela o desejo de confrontar e humilhar a pessoa amada, algo comum no brega, que valoriza a expressão crua dos sentimentos. A repetição de "Só fica feliz quando apanha" sugere uma relação marcada por conflitos e comportamentos autodestrutivos, podendo ser vista tanto como crítica à pessoa retratada quanto como reflexo de relações abusivas, onde dor e sofrimento se tornam parte do ciclo emocional. O verso "Quem bate, não chora, não lembra / Quem apanha nunca mais esquece" reforça essa dinâmica, apontando para as marcas profundas deixadas por experiências negativas. Assim, a música expõe de forma direta a dor da desilusão amorosa e a amargura de quem se sente enganado, usando a linguagem intensa e confrontadora característica do brega.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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