
Luta de Classes
Cidade Negra
Desigualdade histórica e crítica social em “Luta de Classes”
A música “Luta de Classes”, do Cidade Negra, aborda a permanência da desigualdade social ao longo da história, usando imagens como “neblina” e “fumaça” para mostrar como as mudanças reais parecem distantes ou difíceis de enxergar. No trecho “Desde a antiguidade / As coisas estão assim, assim / Os homens não são iguais, não são”, a letra destaca que, apesar de diferentes períodos históricos e transformações políticas, a divisão entre classes sociais continua presente. O grupo cita civilizações como Babilônia, Egito, Grécia, Roma, Europa feudal, mundo colonial e industrial, até chegar ao Brasil atual, mostrando que a luta de classes atravessa séculos e culturas.
A canção também faz referência ao “ideário da tal revolução burguesa” e ao “sonho socialista”, apontando que ambos, mesmo prometendo igualdade, acabaram sendo “cometas cintilantes que se foram pela noite” – ou seja, ideias que brilharam, mas não trouxeram mudanças profundas. Ao mencionar a “Rússia stalinista” e “Cuba comunista”, a música sugere que nem mesmo regimes que buscavam eliminar as desigualdades conseguiram acabar com a luta de classes. O refrão “Escravos na Babilônia / Trabalhador no Brasil” faz um paralelo entre a exploração do passado e a do presente, reforçando que a opressão apenas muda de forma. O questionamento “E no Brasil, hein?” aproxima a crítica do contexto nacional, convidando o ouvinte a refletir sobre a realidade brasileira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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