Entre Uma Pescaria e Outra
Cidão e Marinho
Folclore e simplicidade no cotidiano de “Entre Uma Pescaria e Outra”
Em “Entre Uma Pescaria e Outra”, de Cidão e Marinho, a presença de personagens do folclore brasileiro, como a mula sem cabeça e o curupira, vai além do aspecto cultural. Ao citar “já vi mula sem cabeça brigando com o curupira”, a música mostra como o sertão mistura o real e o fantástico no dia a dia, reforçando que essas lendas fazem parte da identidade e do imaginário rural. Essa convivência natural com o desconhecido sugere respeito e familiaridade com as tradições e mistérios do campo.
A letra também valoriza a simplicidade e a autossuficiência do homem do interior. Versos como “sou meu patrão sou meu dono / não dependo de salário / não quero ser milionário dinheiro me tira o sono” destacam o orgulho de uma vida independente, onde o contato com a natureza e o fruto do próprio trabalho são suficientes para garantir felicidade. O refrão “meu sertão é um paraíso, onde levo a vida mansa / entre a pescaria e outra, é que o capiau descansa” resume esse sentimento de tranquilidade e nostalgia, celebrando o ritmo calmo do interior em contraste com a correria e as preocupações da cidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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