
Asas Delta
Clã
Liberdade e imaginação infantil em “Asas Delta” do Clã
Em “Asas Delta”, do Clã, a repetição de imagens como “asas nos pés” e “molas nos pés” transforma a dança em uma metáfora para liberdade e superação das limitações do cotidiano. Inspirada pelo universo infantil, a letra sugere que, ao dançar, é possível ganhar leveza e ultrapassar o comum, como se o corpo pudesse realizar feitos extraordinários. Expressões como “passarinhos na cabeça” e “catavento nos ouvidos” reforçam esse clima de fantasia e imaginação, típico do olhar das crianças, onde tudo parece possível e a alegria se multiplica.
O contexto do álbum “Disco Voador” e a proposta lúdica da banda aparecem claramente quando a música valoriza o movimento coletivo e a união: “Não vou só, levo o meu bando / A dança nos vai juntando...”. Aqui, a dança é apresentada como um convite à partilha e ao encontro, promovendo pertencimento e diversão em grupo. Versos como “Perco o medo e a vergonha / Fecho os olhos e aí vou” mostram que a dança também é um espaço seguro para se libertar de inseguranças, incentivando coragem e espontaneidade. A energia contagiante da canção, reconhecida tanto pela crítica quanto por novas gerações, como na performance de Tomás Pascoal no “The Voice Kids”, confirma seu papel como um hino de alegria, movimento e união para crianças e adultos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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