
Feira de Mangaio
Clara Nunes
Memória e celebração nordestina em “Feira de Mangaio”
“Feira de Mangaio”, interpretada por Clara Nunes, é uma homenagem afetiva ao cotidiano das feiras nordestinas, composta originalmente em Nova Iorque como uma forma de matar a saudade do Brasil. Esse contexto de criação reforça o tom nostálgico e celebratório da música, que detalha com precisão os produtos típicos e personagens marcantes do ambiente da feira. Elementos como “fumo de rolo, arreio de cangalha”, “bolo de milho, broa e cocada” e figuras como a rendeira Zefa de Porcina e o sanfoneiro ilustram a diversidade, a fartura e o valor do trabalho manual presentes na cultura popular nordestina.
A canção constrói um cenário vibrante, onde comércio, música e relações sociais se misturam. O verso “tem um sanfoneiro no canto da rua fazendo floreio pra gente dançar” mostra como a música é central para a convivência e a alegria do local. Personagens como Maria do Juá e Zé, que corre para a Feira dos Pássaros, dão vida ao ambiente, transmitindo dinamismo e autenticidade. O refrão repetido, “eu tenho pra vender, quem quer comprar?”, destaca o espírito de troca e coletividade das feiras, reforçando o sentimento de pertencimento e orgulho cultural. A interpretação de Clara Nunes intensifica esse clima festivo, transportando o ouvinte para o coração da feira e celebrando as tradições do Nordeste.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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