
Meu Cariri
Clara Nunes
A esperança e a luta do sertão em “Meu Cariri”
“Meu Cariri”, interpretada por Clara Nunes e composta por Dilú Mello e Rosil Cavalcanti, retrata de forma clara a relação entre o povo do sertão nordestino e o ciclo das chuvas. A música destaca como a seca transforma a vida local, obrigando muitos a deixarem suas casas, como mostra o verso: “quando a chuva não vem / não fica lá ninguém”. Esse trecho evidencia o impacto direto da estiagem, que força a migração e deixa a sobrevivência nas mãos da fé: “Deus ajuda”.
A letra traz imagens marcantes da natureza do Cariri, como “macambira morre / chique-chique seca / juriti se muda”, mostrando que a seca atinge tanto plantas quanto animais. Apesar do cenário difícil, a canção carrega esperança, expressa em “Se meu Deus der um jeito / de chover todo ano / se acaba o desengano”. Aqui, o desejo é de permanência e de uma vida melhor, já que a chuva transforma o Cariri em “um paraíso aberto”. Ao interpretar a música, Clara Nunes valoriza as tradições nordestinas e destaca a força, a fé e a esperança do povo diante das adversidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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