
Elixir
Claudia Leitte
Autonomia e amor-próprio em “Elixir” de Claudia Leitte
Em “Elixir”, Claudia Leitte transforma o conceito de elixir, tradicionalmente visto como uma poção mágica de cura, em uma metáfora para o amor-próprio e a força interior. Logo no início, ao cantar “Ah, eu tenho elixir / Mas aí eu te pergunto / O que é que você tem pra mim”, ela inverte a lógica da dependência emocional, mostrando que a felicidade verdadeira vem de dentro e não do outro. Essa ideia se fortalece nos versos “Antes de sair de casa leve as suas mentiras / E se pensar em voltar, não vai ser do seu jeito / Meu jeito é louco / Pense um pouco / Vai ter que me surpreender”, onde Claudia deixa claro que não aceita mais relações baseadas em falsidade ou submissão, adotando uma postura de despedida e autossuficiência.
O contexto da composição revela que Claudia Leitte escreveu “Elixir” como uma reflexão sobre dar uma última chance a alguém, mas sem abrir mão do amor-próprio e da liberdade. Isso aparece de forma direta na letra, especialmente em “Você pensa que a liberdade é algo raro de encontrar / Pare e pense um pouco, esse não é o seu lugar”. A mensagem central é de superação: ela se liberta de um relacionamento tóxico, convida o outro a repensar suas atitudes e reafirma sua busca pela felicidade com o refrão “É bom ser feliz / Vem ser feliz / Eu vou ser feliz”. A mistura de axé com batidas eletrônicas e a energia do Olodum reforçam o clima de celebração da autonomia e da alegria de viver, tornando “Elixir” um hino leve e empoderador sobre autoconfiança e recomeço.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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