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Que Maldade

Claudia Nunes


Quando eu lhe conheci, simpatia
A sua descontração e magia
Balançou meu coração
Quis você a meu lado
Caminhamos desde então eu me abria
O encanto se desfez com a rotina
Você nunca me aceito como sou
Que maldade!

Insisti pela paixão, confiante
Descontei as omissões, os rompantes
Você nunca se entregou nem amou
A mulher sensual, a canção, a poesia

A outros braços você me levou
Em busca de um novo amor
E me culpou de sua infelicidade
A outros braços você me levou
Em busca de um novo amor
Agora é tarde, eu sinto muito de verdade

Que maldade, que maldade, ai de mim, ai de mim
Que maldade é lembrar que você foi assim, sempre assim
Não deu perdão, me torturou e descontou
Nada fez para reacender o amor

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