
Fim de Tarde
Claudia Telles
Saudade e amor persistente em “Fim de Tarde” de Claudia Telles
“Fim de Tarde”, na voz de Claudia Telles, retrata como a saudade se intensifica em certos momentos do dia, especialmente no final da tarde, quando a solidão e a nostalgia ficam mais evidentes. O verso “Todo fim de tarde é sempre assim / E uma saudade / Vai nascendo em mim” expressa de forma clara esse sentimento recorrente, mostrando que a ausência de um amor perdido se manifesta quase como um ritual diário, reforçando o tom melancólico da música.
Lançada em 1976, a canção conquistou o público justamente por abordar a dor da perda e o amor que permanece mesmo após o término de um relacionamento. A repetição de “Perdi você / Não tente entender ainda te amo” destaca a dificuldade de aceitar o fim e a permanência do sentimento, mesmo sem explicação racional. O contexto histórico e o fato de Claudia Telles ser filha de Sylvia Telles também aumentam a carga emocional da interpretação, tornando “Fim de Tarde” um clássico sobre a persistência do amor e a inevitabilidade da saudade, transmitidos de forma simples e tocante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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