Exibições da letra 11

DA SIBÉRIA AO ASFALTO

Cláudio Fontenelle

O silêncio fala mais alto que as palavras
Seus olhos, meu oceano
Tenho medo de me afogar neste sentimento
Mas eu já estou lá, sem deixar rastros
É um segredo entre dois, em meio ao barulho da cidade grande
Apenas me abrace até o mundo acabar

Sente o calor, não precisa traduzir
No balaço de mar deixo o corpo fluir
Diz que me ama vale a pena teu olhar
Duas vidas um ritmo no mesmo lugar

Da Sibéria ao asfalto de Salvador
Da Sibéria ao asfalto de Salvador
O nosso destino é esse suor
O nosso destino é esse suor
O nosso destino é esse suor

O fuso horário parou quando eu te vi
Um sotaque de neve que me seduziu
No compasso do grave, o beijo encaixou
O que a gente sente, o mundo escutou
Não é só desejo, é o fogo que arde

Nesse asfalto quente, antes que seja tarde
Tua mão na minha, o destino traçou
Sente o calor, não precisa traduzir
No balanço desse mar deixa o corpo fluir

Dizer que me ama, vai além do teu olhar
Duas vidas, um ritmo, mesmo lugar
Da Sibéria ao asfalto de Salvador
Da Sibéria ao asfalto de Salvador

O nosso destino é esse suor
O nosso destino é esse suor

Para sempre, para sempre
Só nos dois, Encontrei meu amor em
Salvador, Bahia

Vou me casar com uma mulher.
Da Sibéria ao asfalto, nosso amor

Composição: Claudio Fontenelle. Essa informação está errada? Nos avise.

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