
Bofete Na Sogra
Cláudio Galeno
Humor e crítica social em "Bofete Na Sogra" de Cláudio Galeno
Em "Bofete Na Sogra", Cláudio Galeno utiliza o humor escrachado e a ironia para transformar um conflito familiar em uma narrativa exagerada e cômica. O protagonista, um guarda noturno, tenta justificar a agressão à sogra dizendo que foi provocado por ofensas como "corno" e "vagabundo". O refrão repetido, "Afinal foi só dois bofete que eu dei na tua mãe", reforça o tom de deboche e minimiza o ato, característica comum em músicas que usam o exagero para provocar riso e criar identificação com situações familiares tensas.
A letra explora o estereótipo da sogra como antagonista, usando expressões populares como "passei-lhe a mão nas venta" para tratar o tema de forma leve, apesar do conteúdo polêmico. O personagem se coloca como vítima, alegando que agiu "só pra te defender" e insinuando que nem a esposa o apoia, já que até o advogado parece mais interessado nela. O tom direto e as justificativas absurdas deixam claro que a intenção é satirizar conflitos domésticos, sem se levar a sério, criando um retrato bem-humorado das turbulências familiares presentes no imaginário popular brasileiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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