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É Frevo, Meu Bem / Sem Amor / Ninguém É de Ferro

Claudionor Germano

Orgulho e celebração do frevo em “É Frevo, Meu Bem / Sem Amor / Ninguém É de Ferro”

A música “É Frevo, Meu Bem / Sem Amor / Ninguém É de Ferro”, interpretada por Claudionor Germano, celebra de forma leve e animada a identidade cultural de Pernambuco por meio do frevo. Logo no início, a letra destaca: “Pernambuco tem uma dança / Que nenhuma terra tem”, reforçando o sentimento de exclusividade e pertencimento que o frevo representa para os pernambucanos. A estrutura de perguntas e respostas brinca com outras danças populares brasileiras, como maracatu, bumba-meu-boi, baião e dança de roda, apenas para negar cada uma delas e, ao final, afirmar com entusiasmo: “É frevo, meu bem!”.

O contexto da música ressalta a importância de Claudionor Germano como intérprete e sua parceria com Capiba, compositor essencial para o gênero. A interpretação calorosa de Germano transforma a canção em uma verdadeira homenagem ao frevo, símbolo de alegria coletiva e da identidade regional. O verso “Quando a gente entra na dança / Não se lembra de ninguém” mostra como o frevo envolve e contagia, permitindo que as pessoas se entreguem ao ritmo e esqueçam as preocupações do dia a dia. Assim, a música funciona como um convite para que todos participem dessa celebração vibrante e única do frevo pernambucano.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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