
Na Hora da Sede
Clementina de Jesus
Relações de dependência e abandono em “Na Hora da Sede”
Em “Na Hora da Sede”, Clementina de Jesus usa a metáfora da sede para retratar uma relação marcada pela dependência e pela falta de valorização. No verso “pois eu sou o seu copo d’água, sou eu quem mato a sua sede e dou alívio à sua mágoa”, a narradora se coloca como alguém essencial para o outro, mas apenas quando ele precisa de consolo ou apoio. Essa escolha de palavras evidencia o papel de quem é procurado somente nos momentos de necessidade, reforçando o sentimento de ser usada e não reconhecida de forma constante.
A repetição de “você foge de mim, eh, pra você eu só sirvo de água” deixa claro que a relação é unilateral: o outro só se aproxima quando precisa e se afasta nos demais momentos. Quando a letra diz “se a fonte secar, você se acaba”, há um aviso de que, sem esse apoio, a pessoa dependente ficaria perdida, destacando o poder e a importância de quem é subestimado. Clementina de Jesus, conhecida por abordar temas sociais e humanos, traz sinceridade e linguagem popular à canção, tratando de sentimentos universais como abandono, dependência e busca por reconhecimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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