Na fazenda
Clésio Tapety
A rotina e os sons da vida rural em “Na fazenda”
"Na fazenda", de Clésio Tapety, apresenta de forma leve e educativa o cotidiano do ambiente rural, usando sons e imagens que aproximam as crianças desse universo. A música utiliza onomatopeias, como “quém, quém” do pato e “au, au” do cão, para facilitar a identificação dos animais e estimular a percepção auditiva dos pequenos. Esse recurso torna a canção especialmente útil em contextos de educação infantil e evangelização, como propõe o álbum "Evangelizar é Amar: Música Espírita".
A letra descreve cenas típicas da fazenda, como carneiros brancos “como algodão” e o galo “valentão” que anuncia o início do dia. O verso “Quando o zebu se põe a mugir, a casa ameaça até cair” traz humor ao mostrar a força do animal e a energia do local. No final, a música destaca a importância do trabalho coletivo e do respeito à natureza, ao afirmar que, com o nascer do sol, “a bicharada vai acordar, é hora da fazenda trabalhar!”. Assim, a canção transmite valores de cooperação, convivência e educação para a paz, alinhando-se à proposta de uma formação espiritualizada para as crianças.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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