
Samba-Enredo 1988 - Quilombo Catôpes do Milho Verde
G.R.E.S. Colorado do Brás
Celebração da cultura negra em “Samba-Enredo 1988 - Quilombo Catôpes do Milho Verde”
"Samba-Enredo 1988 - Quilombo Catôpes do Milho Verde", do G.R.E.S. Colorado do Brás, traz uma mensagem forte de igualdade e união, destacando que a felicidade e a celebração não têm cor. O verso “Não criou raça, Deus apenas criou vidas” resume esse pensamento, refletindo o contexto do centenário da Abolição da Escravatura em 1988 e a luta histórica do povo negro por respeito e reconhecimento. Ao citar os Catopês, grupo tradicional das Festas de Agosto em Montes Claros, a letra valoriza a resistência e a riqueza das tradições afro-brasileiras, conectando o passado dos quilombos à celebração do carnaval.
A música faz referência a elementos culturais como “Bambaquere”, “Bambabalá” e “Arruda de guiné”, ligados a rituais, danças e símbolos de proteção e alegria das festas afro-mineiras, especialmente as dedicadas a Nossa Senhora do Rosário. O samba transforma a avenida em um grande quilombo, espaço de liberdade e expressão, onde a Colorado do Brás exalta a força e a beleza da cultura negra. A emoção de cantar e dançar livremente, expressa em “CANTANDO AMOR EU VOU, POR QUE FELIZ ESTOU”, reforça o orgulho e a celebração da identidade afro-brasileira, promovendo uma mensagem positiva de fraternidade e esperança.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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