
Mentiras Na Cama
Companhia do Calypso
“Mentiras Na Cama” e a face íntima da desilusão no amor
“Mentiras Na Cama”, da Companhia do Calypso, expõe a manipulação do afeto no espaço íntimo: o sexo vira cortina para promessas vazias. O verso “Na cama diz que me ama e fora dela não sou seu amor” condensa o conflito central, reduzindo o amor a um lugar e a um momento. A cama, tradicionalmente ligada ao prazer, aparece como cenário do engano, onde palavras doces encobrem desrespeito no cotidiano. O duplo sentido do título incomoda porque revela a distância entre o que se diz em sussurros e o que se pratica fora dali.
A narrativa é direta. O parceiro fala “da boca pra fora”, ameaça ir embora e não vai, apenas para “assustar” e “magoar”. Repete-se o ciclo “Me engana, mente e faz amor”, até que a voz da música impõe um limite: “Agora eu desisto de você”. A repetição do refrão reforça que as declarações só valem no momento íntimo, sem correspondência na vida real. Composta por Edu Luppa e consagrada no álbum Volume 4 Ao Vivo em Recife, a faixa virou sucesso do grupo paraense, que mistura ritmos regionais com influências caribenhas. O contraste entre o balanço dançante do calypso e o teor amargo da mensagem aprofunda a ironia: por trás do embalo festivo, há recusa em aceitar promessas que nunca se cumprem.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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