
Embaixo da Mesa
Confraria da Costa
Crítica social e ironia em “Embaixo da Mesa” da Confraria da Costa
“Embaixo da Mesa”, da Confraria da Costa, utiliza metáforas de jogos como xadrez e cartas para expor, de forma sarcástica, as manipulações e trapaças que sustentam as estruturas de poder. A letra destaca a hierarquia social e política ao comparar figuras como reis, rainhas, peões e bispos, mostrando que os peões lutam enquanto os verdadeiros beneficiados, o rei e a rainha, apenas observam. O verso “sempre há uma carta embaixo da mesa” reforça a ideia de que, por trás das aparências, sempre existe um truque escondido, pronto para ser usado quando conveniente.
A música também critica a hipocrisia de figuras de autoridade, especialmente religiosas, como no trecho “E sob a batina carrega um punhal”, sugerindo que quem se apresenta como moralmente superior pode agir de forma traiçoeira. Ao ironizar a fragilidade do poder baseado em riqueza e aparência, com versos como “seu castelo de cartas / pra cair, basta um sopro”, a banda evidencia que as regras do jogo social são flexíveis para quem detém o ouro e que a corrupção é vista como algo natural. O tom debochado da letra, aliado à crítica direta, faz de “Embaixo da Mesa” um retrato ácido das engrenagens ocultas que movem o poder.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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