
Cia de Canalhas
Confraria da Costa
A Rebeldia e a Subversão em 'Cia de Canalhas' da Confraria da Costa
A música 'Cia de Canalhas' da Confraria da Costa é uma ode à rebeldia e à subversão. A letra começa com uma provocação direta: 'Dormir pra quê? Se o dia pertence aos fracos'. Essa frase sugere uma inversão de valores, onde a noite, tradicionalmente associada ao descanso, é vista como o momento de ação e vigor. A crítica aos 'nobres escravos' e 'pobres senhores' aponta para uma sociedade hipócrita, onde as aparências enganam e os papéis sociais são questionados.
A segunda estrofe intensifica o clima de ameaça e urgência: 'Corram pra toca, Fujam da ilha, Tranquem a porta, Escondam suas filhas'. Aqui, a 'companhia de canalhas' é apresentada como uma força disruptiva, que causa medo e pânico. A repetição da palavra 'fujam' e a ordem de 'esconder as filhas' reforçam a ideia de que essa companhia é perigosa e indomável, desafiando as normas e convenções estabelecidas.
A metáfora da 'navalha' e da 'fumaça' na última estrofe simboliza a violência e a destruição que acompanham essa companhia. A navalha, com seu fio afiado, representa a capacidade de causar dano, enquanto a fumaça sugere caos e desordem. A 'companhia de canalhas' é, portanto, uma metáfora para aqueles que vivem à margem da sociedade, desafiando a ordem e criando um novo tipo de poder, baseado na subversão e na resistência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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