
Vendedor de Cajuína
Conjunto Roque Moreira
A Luta e a Esperança do Vendedor de Cajuína
A música 'Vendedor de Cajuína' do Conjunto Roque Moreira retrata a vida de um trabalhador humilde de Teresina, capital do Piauí, que se dedica à venda de cajuína, uma bebida típica da região feita a partir do caju. A letra começa com uma declaração simples e direta: 'Sou um pobre trabalhador, trabalhador de Teresina'. Essa introdução já estabelece o contexto socioeconômico do personagem, que representa muitos brasileiros que lutam diariamente para sobreviver com dignidade.
A cajuína, além de ser uma bebida tradicional, carrega um simbolismo cultural e afetivo para os nordestinos. O trabalhador espera ansiosamente pelo mês de setembro, época da colheita do caju, para poder vender seu produto. A menção a 'pular a quinta alheia' e 'escapando de tiro de garruncha' sugere os desafios e perigos enfrentados no campo, como a necessidade de invadir propriedades para colher cajus e os riscos de confrontos armados. Além disso, 'escapando de ferroada de abelha' ilustra os perigos naturais que ele enfrenta.
A música também destaca a diversidade do caju, mencionando 'cajú da pele amarela e cajú da pele vermelha', o que pode ser interpretado como uma metáfora para a diversidade e riqueza cultural do Nordeste. O Conjunto Roque Moreira, conhecido por suas letras que abordam temas sociais e culturais do Brasil, utiliza essa canção para dar voz aos trabalhadores rurais e suas lutas diárias, ao mesmo tempo em que celebra a cultura nordestina através da cajuína.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Conjunto Roque Moreira e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: