Contos do Crime
Consciência X Atual
Dilemas e resistência em "Contos do Crime" de Consciência X Atual
Em "Contos do Crime", do Consciência X Atual, a repetição do verso “Passou pela minha cabeça matar, mas eu não matei / Passou pela minha cabeça roubar, mas eu não roubei” destaca o conflito interno do personagem principal diante das tentações e pressões do ambiente em que vive. A música apresenta uma narrativa direta sobre a realidade de jovens das periferias brasileiras, mostrando como a desigualdade, a violência e a falta de oportunidades influenciam suas escolhas. O grupo utiliza elementos do cotidiano, como “um pai problemático, uma mãe alcoólatra, um filho indesejado”, para ilustrar como o ambiente pode empurrar os jovens para o crime, mas também ressalta a importância de resistir a esse ciclo.
A letra traz o desejo de mudança, evidenciado no trecho “Eu quero ver o meu filho crescer / E dar a ele tudo que eu não pude ter”, mostrando a busca por um futuro diferente e a vontade de romper com o destino imposto pela marginalização. O uso de gírias e referências ao universo criminal, como “157 audacioso”, reforça a autenticidade da narrativa. A música também critica a violência policial e a impunidade, como em “Passou pela minha cabeça conspirar contra a polícia / Que já matou mano de mais e destruiu várias famílias”. O final sugere que, apesar das dificuldades, a luta e a sobrevivência continuam sendo parte da rotina nas periferias, mantendo o tom realista e reflexivo característico do grupo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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